Historial da Ordem

A Ordem dos Engenheiros sucedeu à Associação dos Engenheiros Civis Portuguezes, fundada em 1869, em resultado do ambiente de valorização da tecnologia que então se vivia em toda a Europa.

A sua criação data de 1936 e foi formalizada pelo Decreto-lei nº 27288, de 24 de Novembro.

A sua estrutura orgânica sofreu grandes evoluções traduzidas nos Estatutos de 1956, de 1968, de 1976, de 1981 e de 1992.

O título de engenheiro foi pela primeira vez definido pelo Decreto nº 11988, de 26 de Julho de 1926, e as diversas especialidades, inicialmente em número de cinco, foram alargadas, actualmente, para doze englobando um total de 30.000 membros efectivos e 5.000 membros estagiários. A Ordem dos Engenheiros, sob o Estatuto de 1981, passou a desenvolver a sua actividade a dois níveis: Nacional e Regional. A nível nacional, abrangendo os territórios do continente e das regiões Autónomas dos Açores e Madeira; a nível regional, as regiões Norte, com sede no Porto; Centro, com sede em Coimbra; e Sul, com sede em Lisboa. A partir de 1992 a Ordem passou a estar representada de forma matricial, em 5 regiões e 12 colégios. Concede assim simultaneamente prioridade ao progresso da Engenharia, nos seus diversos domínios, em todo o território nacional, dentro duma actuação deontológica dignificante.

A realização de congressos nacionais e de outras manisfestações tais como simpósios, colóquios, seminários, etc. ; a divulgação sistemática em diversas séries de publicações dos trabalhos científicos e técnicos produzidos pela comunidade de engenheiros; a realização de visitas, cursos e de outras acções de formação; a existência de uma biblioteca actualizada, são exemplos de actividades com grande impacto na formação profissional dos engenheiros.